Fakes on liveauctioneers – Welcome to the mouse trap!

liveauctioneers_logoThe Internet is responsible for an enormous revolution. Never has so much information and so many objects been available. We can say that art has reached its peak as “commodity” and “investment”. To the point of almost turning into a merchandise in the best style of the canned ones designed by Andy Warhol. There are numerous treatises on art and its unfolding over the centuries. It would be an immense text and a long loss of time to discuss this story. The absurd point of all this evolution is the incredible market of fake objects and sold on internet auction sites. Many do not buy the “idea” or the aesthetic pleasure but rather the “mark”, the signature. In this bunch many end up finding real bargains! But almost always false! Like Renoir’s case on Trump’s wall or more sophisticated copies like the one sold by the famous Sotheby’s auction house.

All this seems to have a magical or cinematic atmosphere but the truth is that many “smart guys” are throwing money away and simply turning the arts market into a huge trash can! Perhaps this is the turning point for art to be more than a profitable business or a criminal underworld asset. One of the most absurd sites is http://www.liveauctioneers.com  a true mousetrap. It has everything! Ming Dynasty, Tang, Renoir, Picasso and everything else you imagine. Almost everything that is sold on this site is fake! Recently a faker admitted in a blog on darknet have sold hundreds of forgeries through this site. Another curious fact about this site is that the “auction house” itself is able to bid and manipulate the price.A recent user of the site has revealed that he has created an account as a seller and another as a buyer.With the buyer account he manipulated the bids. Obviously each one does what understands with money, but to believe that is possible find rarities and masters of painting every day is at least naive!

Are you smart? Bid now!!!!!!

 

For more informations visit:

http://www.liveauctioneerscomplaints.com/

http://bidamount.com/eden-galleries-auction-of-chinese-porcelain-fakes

 

 

 

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Bitcoins – Revolução digital no mercado de arte.

lego3O mercado de artes cada vez mais tem se democratizado. Não é mais privilégio de poucos endinheirados. Nos dias atuais, a internet oferece uma extensa gama de opções para artistas, compradores e vendedores. Todos há um clique de distância e interligados por uma única conexão. Leilões, galerias e sites atraem cada vez mais compradores. Todos interessados em adquirir obras de arte. Pedaços de história em um mundo cada vez mais interativo e conectado. Em Londres a galeria de Eleesa Dadiani, em Cork Street, foi a primeira galeria de arte a aceitar bitcoins como pagamento. Veja matéria no link abaixo:

http://www.bbc.com/news/business-40703182

Outra galeria que percorre o mesmo caminho, Manza Gallery, também aceita bitcoins e utiliza a plataforma do instagram para comercializar obras de arte. http://www.instagram.com/manza_gallery

E o não menos conhecido Maecenas. Um site que vem mudando a maneira de se comercializar obras de arte.

https://www.maecenas.co/

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The art market has more and more become democratized. It is no longer the privilege of a few moneyed. Nowadays, the internet offers an extensive range of options for artists, buyers and sellers. All are one click away and interconnected by a single connection. Auctions, galleries and websites attract more and more buyers. Everyone interested in acquiring works of art. Pieces of history in an increasingly interactive and connected world. In London the gallery of Eleese Dadiani in Cork Street was the first art gallery to accept bitcoins as payment. See the subject in the link below:

http://www.bbc.com/news/business-40703182

Another gallery that runs the same path, Manza Gallery, also accepts bitcoins and uses the instagram platform to commercialize works of art.

www.instagram.com/manza_gallery

And the no less known Maecenas. A site that has been changing the way to market works of art.

https://www.maecenas.co/

 

 

 

 

 

Fotografia de arquitetura/ Architectural photography

A fotografia de arquitetura nasce no século XIX, precisamente em 1835. Quando Nicéphore Niépece edita sua foto “View from the windown at Le Gras”. Em 1860 a fotografia de arquitetura estabelece-se como um medium visual. Em 1950 ela ganha status e passa a ser realizada por grandes arquitetos. Podemos dizer que a fotografia de arquitetura é a maior documentação do desenvolvimento humano no século XX. Através dela podemos compreender o espaço urbano e o desenvolvimento tecnológico da humanidade nos últimos tempos. Nos dias atuais, a fotografia de arquitetura tem obtido espaço na decoração de interiores e cada vez mais tem se popularizado. Abaixo dois sites que abordam a fotografia de arquitetura. Não deixe de visitar!

http://www.narodizkiy.com

http://www.mgnphot.wordpress.com

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Architecture photography was born in the 19th century, precisely in 1835. When Nicéphore Niépece edited his photo “View from the windown at Le Gras”. In 1860 architecture photography established itself as a visual medium. In 1950 it gained status and is now performed by great architects. We can say that architecture photography is the greatest documentation of human development in the twentieth century. Through it we can understand the urban space and technological development of humanity in recent times. Nowadays, architecture photography has gained space in interior decoration and has become increasingly popular. Below are two websites that address architecture photography. Be sure to visit!

http://www.narodizkiy.com

http://www.mgnphot.wordpress.com

 

 

 

Mindset – qual é o seu?

mindset  Uma das maiores especialistas no campo da psicologia social e da psicologia do desenvolvimento, atualmente lecionando na Universidade  Columbia, Carol S. Dweck é destes personagens a quem o poeta Ezra Pound chamou de antenas da raça. Através do seu mais recente trabalho ela nos mostra que apenas habilidade e talento não são suficientes para a construção do sucesso. Seu mais recente livro “Mindset – a nova psicologia do sucesso” é um choque de alta voltagem para todos aqueles que buscam e necessitam de uma chave para maior compreensão daquilo que nos cerca e dos caminhos que escolhemos na vida. Vou mais além e acredito que o trabalho de Carol Dweck é um divisor de águas neste inicio de século. É a prova científica de que o capitalismo e a nova revolução tecnológica só conseguirão triunfar se estiverem embasados num forte humanismo e numa perspectiva mais abrangente. Onde cada um colabora e constrói dentro de suas capacidades sem medo de opinar e aprender. A história da construção social desde o final do século XIX até o final do século XX tem sido uma luta incessante pela busca do Mindset de crescimento.  Uma luta terrível contra aqueles que acreditam que as habilidades não mudam e que não se alteram ao longo da vida (“Mindset fixo”). Um luta enorme para que a humanidade entenda e compreenda conceitos como a “humildade” e o “conhecimento” como fonte da igualdade entre os povos. Sem poupar esforços, Carol Dweck promove o encontro do humanismo com a ciência naquilo que temos de mais abrangente: a criatividade. Nenhuma empresa será a mesma após tomar consciência de que os valores humanos e a colaboração de todos fazem a diferença nos resultados.

Líderes de Mindset Fixo em ação:

(…)”Os funcionários de Iacocca haviam estudado detalhadamente a Honda e fizeram excelentes sugestões a ele. Mas em vez de aceitar o desafio e produzir automóveis melhores, Iacocca, atolado, em seu mindset fixo, respondia com críticas e desculpas. Passou à ofensiva, proferindo raivosos comentários contra os japoneses e exigindo que o governo americano impusesse tarifas e cotas que os detivessem. No final confirmou-se a suspeita de que ele colocava seu ego à frente do bem-estar da empresa. E deu no que deu…..

P.S – Quando a Chrysler começou a ter problemas, Iacocca receou que seus subordinados fossem considerados os novos salvadores da empresa e tratou de se livrar deles. Temia ser apagado da história da Chrysler.

Líder de Mindset de crescimento em ação:

Vale resumir aqui o que deve ser um líder de mindset de crescimento num exemplo claro; opinião de Steve Bennet, Ceo da Intuit:

“Aprendi a instruir os funcionários quando estive na General Electric com Jack Welch. Ele se dirigia diretamente aos funcionários que estivessem na linha de frente a fim de saber o que estava acontecendo. Em certo momento, no início da década de 1990, eu o vi em uma fábrica de refrigeradores em Louisville. Ele foi diretamente a linha de montagem para ouvir o que eles tinham a dizer. Converso frequentemente com os empregados da linha de frente. Aprendi isto com Jack.”

P.S – Quando Jack Welch assumiu a GE, em 1980, a empresa estava avaliada em 14 bilhões de dólares. Vinte anos depois, Wall Street estimou-a em 490 bilhões de dólares. Era a empresa mais valiosa do mundo.

Mindset não é um mero traço de personalidade, ele define nossa relação com o trabalho e com as pessoas. É um fator decisivo para que todo o nosso potencial seja explorado.

 

 

 

 

 

 

Pode a literatura ensinar decisões de negócios?

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Uma das vantagens da revolução tecnológica é que o conhecimento e a informação tem alcançado cada vez mais audiência. A desvantagem é que estas informações tem encontrado barreiras antigas para ajudar o desenvolvimento social e cultural das pessoas. Nunca tantos puderam compartilhar o que há de melhor na ciência e na criatividade humana. Entretanto, nunca tantos utilizaram/manipularam a informação como mera distração ou propaganda. Na realidade, os problemas continuam os mesmos para a maioria das pessoas. Problemas que tem sua raiz na péssima educação e na falta de estímulo para a criatividade. Acrescidos, nestas últimas décadas, de um enorme narcisismo e necessidade de ser um “vencedor”. Mudando de cenário, acredito que poucas são as empresas que estimulam a literatura dentro de seus departamentos. Há inúmeras estratégias para encorajar os “colaboradores”. Treinamentos na selva e palestras que despertem a criatividade e o desenvolvimento emocional, vale tudo. Porém, não há o incentivo necessário para que se busque o conhecimento e a liberdade criativa, e não apenas o dito “diploma”. Liberdade esta que muitas vezes tem sido a diferença crucial para o sucesso em diversos campos!  E como esta liberdade criativa fez diferença na ciência do século XX! Na descoberta do processo da fissão nuclear, tão bem desvendado por Lise Meitner durante uma caminhada. Ou até mesmo da “vadiagem” de Einstein durante um ano. Viajando pela europa sem destino e depois estudando variadas matérias na Universidade de Pavia. O resultado todos conhecem: “A teoria geral da relatividade” – tida como a mais bela das teorias. E nem vamos falar da incrível Emmy Noether que realizou os cálculos que comprovaram esta teoria para Einstein. Enfim, é irônico que estas grandes descobertas dependam de uma única afirmação : “Quem não perde tempo não chega a lugar nenhum!”

E não é isto o que muitos dizem e sentem em relação aos livros e à própria literatura? Perda de tempo! Entretanto, aos poucos esta “realidade” vem sendo revisitada e empresas como a Calypso Technology apostam cada vez mais na literatura como base inspiradora para insights e o relacionamento entre as pessoas dentro da empresa. No link abaixo indicamos uma entrevista do professor de ética Joseph L. Badaracco, da Harvard Business School. ( Entrevista do professor Baracco)

Não é engraçado que empresas “tecnológicas” estejam buscando nas coisas antigas o “segredo” para seu continuo desenvolvimento. Estimulam a liberdade de expressão, a necessidade do ócio criativo e a importância da literatura. Enfim, descobrem e continuam a reafirmar que apesar de todo este nosso “modernismo” não passamos de seres feitos de carne e osso e que precisamos de fantasia e sonhos para continuar evoluindo.

Por isso um dos nossos objetivos é compartilhar informação e ajudar as pessoas a descobrir através da literatura um meio para evoluir e superar suas limitações.

Quer saber mais? Contate-nos.  Palestra gratuita*- consulte para saber mais.

Contato: nogueira2974@hotmail.com

*Durante o ano oferecemos 2 palestras gratuitas. Uma para empresas e outra para escolas públicas/municipais/particulares.

 

 

Alberto Massuda – Um pintor da Tradição – Grandes pintores brasileiros I

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Oleo sobre tela – 40×50 – col. Particular
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“A caça” – 50 x 40 – Acrilica sobre tela – 1997
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“Vênus fantasiada” – 70 x 70cm – Óleo sobre Eucatex – 1997

Houve um gênero literário clássico, EKPHRASIS, que constituía em descrever uma pintura, com tanta beleza e detalhe, que até mesmo quem nunca tivesse visto poderia vê-la como se estivesse bem na sua frente. Conta-se que quando descobriram o LAOCOONTE, em Roma, 1506, as pessoas reconheceram a famosa escultura grega por causa da descrição verbal fornecida por Plínio, o Velho, em sua obra Naturalis Historia. O mundo evoluiu, as artes experimentaram e experimentam todo tipo de “ismo” e técnicas possíveis. Porém, uma “cousa” não muda e jamais mudara. E é esta “cousa”, descrita na mais elaborada Ekphrasis ou na mais bela edição, impressa ou digital, que determina a força e o alcance de uma Obra junto ao público e na sua duração temporal. Infelizmente, mesmo pertencendo a esta tradição, muitos pintores em atividade no Brasil permanecem desconhecidos. Muitos pintores, ocultos pela bruma do chamado “mercado”, esperam a vez e a hora de apresentarem seu discurso. Aquele mesmo que desfila desde tempos imemoriais através de cores, formas e gestos. E que encanta os mais jovens, os mais velhos e aqueles que descobrem o mundo, através das tintas, pela primeira vez, nas paredes e corredores dos museus. Assim tem sido com a pintura de Alberto Massuda. Nascido na cidade do Cairo, em 1925. Um artista curioso que participou do movimento artístico egípcio (Group de L’arte Contemporain) e que na década de 50 experimentou a efervescência artística de Roma. Em 1958, mudou-se para o Brasil, naturalizando-se brasileiro em 1966. Foi no Paraná que fincou raízes e trouxe os ventos da “modernidade” para a pintura local. A liberdade, a filosofia grega e o mundo apolíneo, no sonhado mundo ideal, invadem as composições de Massuda. Chamam o espectador a partilharem do vinho, da mesa, da festa, amores e mistérios que movem o mundo. Desta grande tradição, a qual Massuda pertence, evocamos a pintura de Chagall e sua força inconsciente. O sonho, a volúpia pela vida e a beleza que arrebata pintores, escultores, escritores e que sempre nos exige mais. Esta tudo lá; no traço e nas cores que Alberto Massuda gravou em suas telas. É certo que você não encontrara, na web, muitas informações sobre este pintor, falecido na cidade de Curitiba em 2000. Além do pequeno verbete no Dicionário de Pintores Brasileiros, editado pela Bozano & Simonsen, em 1986, ou no dicionário de Artes Plásticas no Brasil, de Roberto Pontual. Mas é muito provável que ao visitar sua obra, e encara-la de frente, tudo que lhe restara será a perplexidade! E é este sentimento que sempre existiu, desde que o homem começou a pensar,  que faz Massuda pertencer a tradição dos grandes pintores.

Marcel Pinie (autor do livro “O mal de Caravaggio”)

O Mal de Caravaggio – Literatura Noir & arte / Evil Caravaggio – Noir

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Clique e compre o livro! Boa leitura!

Criadores como Raymond Chandler e Dashiell Hammett definiram os principais elementos da literatura Noir. Tramas repletas de crimes, ação alucinante, tipos durões de raciocínio rápido, autoridades corruptas e mulheres belas e traiçoeiras. Os personagens são ricos: trágicos, às vezes divertidos, deprimidos ou conformados. Figuras que, sabe-se lá como, conseguem sobreviver à violência urbana e ao destino sombrio nas grandes metrópoles.  As histórias — escritas em uma linguagem simples e direta, tirada das ruas, das mesas de bar, prisões e delegacias — conseguiram ao mesmo tempo sucesso popular e de crítica (este, é bem verdade, demorou muito mais), estimulando outros escritores igualmente talentosos.  A década de 90 assiste a uma nova explosão do gênero, estimulada pelo sucesso de um novo e brilhante criador: Quentin Tarantino, com sua obra-prima Tempo de violência. O título original deste filme, Pulp Fiction, é uma homenagem às velhas revistas pulp, nas quais Tarantino foi buscar inspiração para sua obra. É nesta tradição literária que se insere o livro de Marcel Pinie – “O Mal de Caravaggio”. Misturando o mundo das artes e gangsters. A escolha de  Caravaggio não é mero acaso. Dado a biografia conturbada e as sombras que circundaram a vida deste gênio das tintas do século XVII. Tudo gira em torno de um quadro desaparecido durante a 2ª guerra mundial e recriado por um falsário.  A misteriosa e fatal Hèléne que contrata o falsário e se prepara para o golpe da sua vida. Um mundo dominado pela ganância e procura da beleza. O Mal de Caravaggio é sem duvida um mergulho na densa nevoa da literatura Noir. O livro esta disponível somente no formato e-book e pode ser adquirido no site da Amazon. Clique na foto e boa leitura!

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Creators as Raymond Chandler and Dashiell Hammett defined the main elements of noir literature. Plots full of crimes, mind-blowing action, tough guys quick-witted, corrupt officials and beautiful and treacherous women. The characters are rich: tragic, sometimes hilarious, depressed or resigned. Figures that, who knows how, can survive the urban violence and the dark fate in big cities. The stories – written in a simple and direct language, taken from the streets, bar tables, prisons and police stations – have both popular and critical success (this is true, took much longer), encouraging other equally talented writers . The 90 attending a new burst of gender, encouraged by the success of a new and brilliant creator: Quentin Tarantino, with his masterpiece Time violence. The original title of this film, Pulp Fiction, is a tribute to the old pulp magazines, in which Tarantino was inspiration for his film. This literary tradition is part of the Marcel Pinie book – “Evil Caravaggio”. Blending the world of arts and gangsters. The choice of painter Caravaggio is no accident given the troubled biography and shadows which surrounded the life of this genius of the seventeenth century paints. Everything revolves around a missing picture during the 2nd World War and recreated by a forger. The mysterious and fatal Hélène contracting the forger and prepares for the blow of his life. A world dominated by greed and search for beauty . Evil Caravaggio is undoubtedly a dip in the dense fog of Noir literature. The book is available only in e-book format and can be purchased on Amazon . Click on the photo and enjoy Reading! Soon will be edited in english and Spanish.