Empresas e livros III

A economia mundial sofre profundas mudanças desde o fim da segunda guerra mundial. É bem verdade que, apenas, nos últimos 40 anos ocorreram mudanças drasticas de direcionamento politico e social. Ainda resistem algumas barreiras iniciadas no século XIX. Tais como o comunismo, o terrorismo e as proteções de mercado que impedem a globalização propriamente dita. Nos Países mais atrasados a miséria social se faz presente nas “crenças”, no analfabetismo e na fome. “Na historia não existem fatos mas somente interpretações” escreveu Nietzche, filósofo alemão, lá nos idos do século XIX. São muitas as especulações sobre um possivel futuro globalizado e  digital. Porém a realidade nos mostra que a escolha individual nunca foi tão grande e as pessoas estão mais conscientes das opções que fazem. Certo e  imutavel é a necessidade que temos de desenvolvimento intelectual e pessoal. Esta evolução passa pela educação e pela cultura. Cada vez mais as empresas terão de estimular a busca de  informação e o desenvolvimento pessoal dos seus subordinados. Estimular o conhecimento e a criatividade. Não há desenvolvimento pessoal, técnico e cientifico que floresça em um ambiente sem livros e informação. A leitura continua sendo a ferramenta mais poderosa. A curiosidade o motor mais portente para a busca das soluções. Não importa a sua posição ou o seu trabalho. Importa, como ele é feito e em que espécie de ser humano você pretende se transformar. E esta transformação pode começar em um simples ato: Abrir um livro e ler. Ter a curiosidade de descobrir o que você gosta e o que pode fazer você melhorar  sua expressão verbal e escrita. E ai esta o pulo do gato. Saber expressar-se na escrita e verbalmente. Pode estar nestas qualidades a grande diferença entre estar “empregado” e estar “desempregado”. Saber redigir de forma simples e objetiva um “Curriculum” pode ser a diferença entre conquistar uma vaga e continuar no limbo profissional. Enquanto alguns paises, como Chile e Japão, adotam, cada vez mais, politicas de educação e desenvolvimento pessoal, o Brasil continua estimulando o analfabetismo e dificultando o acesso da população aos livros. Ainda somos um País de analfabetos, infelizmente. Analfabetos funcionais são mais de 20% da população. E este analfabetismo atinge “doutores” e afins. Não é uma exclusividade dos mais iletrados. Cabe as empresas ajudarem no desenvolvimento dos seus empregados. Organizando politicas culturais e adotando o “LIVRO” como ferramenta de desenvolvimento. Fazendo com que seus funcionarios atuem de maneira criativa. Descobrindo soluções e atuando socialmente. Estimulando a leitura e a busca de informação. Hoje, mais do que nunca, no lugar das grandes massas e da generalização, surgiram centenas de pequenos e novos grupos sociais que se unem por interesses comuns.  Façamos do livro um interesse comum.

Obrigado e boa leitura.

 

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