Fotografia de arquitetura/ Architectural photography

A fotografia de arquitetura nasce no século XIX, precisamente em 1835. Quando Nicéphore Niépece edita sua foto “View from the windown at Le Gras”. Em 1860 a fotografia de arquitetura estabelece-se como um medium visual. Em 1950 ela ganha status e passa a ser realizada por grandes arquitetos. Podemos dizer que a fotografia de arquitetura é a maior documentação do desenvolvimento humano no século XX. Através dela podemos compreender o espaço urbano e o desenvolvimento tecnológico da humanidade nos últimos tempos. Nos dias atuais, a fotografia de arquitetura tem obtido espaço na decoração de interiores e cada vez mais tem se popularizado. Abaixo dois sites que abordam a fotografia de arquitetura. Não deixe de visitar!

http://www.narodizkiy.com

http://www.mgnphot.wordpress.com

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Architecture photography was born in the 19th century, precisely in 1835. When Nicéphore Niépece edited his photo “View from the windown at Le Gras”. In 1860 architecture photography established itself as a visual medium. In 1950 it gained status and is now performed by great architects. We can say that architecture photography is the greatest documentation of human development in the twentieth century. Through it we can understand the urban space and technological development of humanity in recent times. Nowadays, architecture photography has gained space in interior decoration and has become increasingly popular. Below are two websites that address architecture photography. Be sure to visit!

http://www.narodizkiy.com

http://www.mgnphot.wordpress.com

 

 

 

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Zeppelin – Onde ficavam estas imensas aeronaves

 

 

Hangares
 

 Balao Dirigivel Zeppelin Aeronautica Construcao Arquitectura Arquitetura Hangar

Seria impossível hoje em dia concretizar um projecto como o do Conde Ferdinand von Zeppelin. Argumentar-se-ia que era utópico e arriscado e que existem formas mais seguras de pôr em prática o velho sonho humano de voar. Não obstante, fruto das circunstâncias, os dirigíveis existiram e evoluiram até limites impensáveis, chegando mesmo a tornar-se um meio de transporte intercontinental muito comum. Proporcionavam aos seus passageiros viagens deslumbrantes mas eram perigosos, dispendiosos e sobretudo gigantescos. Para a construção e manutenção destas máquinas voadoras eram necessários enormes hangares.

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Hangar de Moffett, Inglaterra

Estas mega-estruturas eram também fundamentais para alojar os dirigíveis entre as suas viagens. Com efeito, a grande sensibilidade ao vento dos enormes balões obrigava a que ficassem guardados num espaço fechado e coberto. A “arrumação” dentro dos hangares era um processo complicado e melindroso, à semelhança de toda a tecnologia envolvida nestes engenhos voadores. Começava-se por ancorar o nariz do balão a um cabo preso a uma grua e, a seguir, fazia-se a mesma operação na cauda. As gruas deslizavam então para dentro do hangar ao longo de duas linhas de carris, arrastando consigo o dirigível. Muitos destes edifícios situavam-se na Alemanha, onde surgiu e se expandiu o engenho de von Zeppelin desde o final do século XIX até à Segunda Guerra Mundial. As viagens em dirigível tornaram-se comuns, atingindo o seu apogeu entre as duas guerras. Na Alemanha colossais estruturas foram erigidas em Berlim, Dresden, Frankfurt ou Düsseldorf; na restante Europa também se construiam hangares, sobretudo em França e em Inglaterra.

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Hangar de Dusseldorf, Alemanha (destruído)

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Hangares de Cardington, Inglaterra

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Hangar de Montebourg-Ecausseville, França

Durante o segundo conflito mundial os bombardeamentos encarregaram-se de destruir uma grande parte destes edifícios, até porque eram considerados alvos militares. Na Alemanha as bombas dos aliados arrasaram completamente todas as construções. Os colossais hangares foram reduzidos a escombros. Os poucos sobreviventes desta época encontram-se nos Estados Unidos. São também os maiores, bem à maneira americana. Na década de 30′, com as viagens intercontinentais já vulgarizadas, os EUA possuiam uma infraestrutura bem montada, constituída por várias bases aéreas destinadas a apoiar os voos de dirigíveis. Algumas foram destruídas ou desactivadas; outras subsistem e pertencem hoje ao exército que mantêm os antigos hangares ainda em funcionamento, fazendo as actuais construções parecer casas de bonecas ao seu lado.

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Hangar de Tustin, EUA

Um dos maiores hangares dessa época, Lakehurst, em New Jersey, está ainda activo. Tornou-se famoso pelas piores razões. Era aí que costumava ficar alojado o gigantesco Hindenburg. No dia 6 de Maio de 1937 o zeppelin alemão ao aproximar-se da base para aterrar explodiu e consumiu-se num mar de chamas em apenas 34 segundos… Era o fim dos dirigíveis. Ficaram os hangares.

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A fotografia erótica no inicio do século XX.

Podemos dizer que a fotografia erótica iniciou em 1870, com as primeiras impressões em sépia. Objeto de coleções, destacamos aqui a maior delas – A coleção Rotenberg –  um verdadeiro laboratório para o estudo do comportamento sexual da sociedade moderna do inicio do seculo XX até meados da decada de 50.  É verdade que estas fotos nem de longe lembram a liberdade e a pornografia das publicações atuais. Na sua época eram contrabandeadas e podiam render cadeia aos produtores e vendedores. Muitas destas fotos apresentam modelos em poses clássicas e imitando o ideal de beleza grego. Na decada de 20 iniciam-se as fotos com conteudo mais pornográfico e audacioso. Nos anos 50 surgem as Pin-ups e as ilustrações que povoam, até hoje, o imaginario ocidental. A Artlivros pretende lançar até o fim do ano uma edição limitada de 100 exemplares, através do processo de crowdfinace, com a coleção do editor. São cerca de 100 fotos que datam do innicio do século XX até a decada de 70. Para conferir mais sobre este assunto visite: www.vintagenudephotos.com

 

 

APARECIDAS – JOÃO URBAN & SUZANA BARRETT0

Aparecidas é um mergulho fotográfico nas tradições populares de Aparecida, na festa de São Benedito e no cotidiano dos congueir0s que dela participam. Muito além da síntese visual da cultural, emergem nas fotografias muitas Aparecidas num encontro de outras tantas brasilidades que amalgamam desse universo religioso e popular. Fotos de João Urban, um dos maiores fotografos do Brasil, prêmio J. P. Morgan de fotografia em 1999.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Você encontra este livro no site: www.artlivros.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Krajcberg – A revolta

FRANS KRAJCBERG é um revoltado. Nascido em 1921 na Polonia. Perdeu sua familia no holocausto judeu da II guerra. Há um grito de revolta na alma deste artista que fez da sua Obra a essência da própria vida e a síntese mais completa da existência. Neste livro, editado em 1996, pela Fundação Cultural de Curitiba, há um belo registro do trabalho do artista. Edição autografada e ricamente ilustrada. Fotos de Frans Krajcberg, Orlando Azevedo e Peter Ginter.

 

Você encontra este livro no site: www.artlivros.com